quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O flagelo das redes sociais

E que flagelo é este? A falta de privacidade? Os perigos que se escondem por detrás de perfis falsos? Os grupos de DIY que fazem bolos com restos de cordéis de chouriça e depois os querem vender a 15 fermentos o quilo? Os botões novos que nos vão pôr a esmiuçar os coraçõezinhos que as gajas põem nas fotos dos nossos maridos? Não, de todo. Estes problemas são até levezinhos quando comparados com o flagelo-mor, o pai de todos os flagelos, o verdadeiro flagelão: mais pormenores sobre esta minha opinião aqui.  

E permitam-me que acrescente um ponto, que também proporciona uma boa dose de vergonha alheia: os adolescentes no Facebook. Aqui eu, pelo menos, acabo por relevar, uma vez que não interagem comigo (para eles, eu é que sou “a cota”), apenas me inundando os feeds com selfies sozinhos, com os amigos, muitos corações, muitos I love yous e frases motivacionais pseudo-adultas. Neste caso, basta “ocultar as publicações” e a coisa fica mais ou menos sanada. 

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