quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Revista do ano bonecal de 2015 #1

Amigos, irmãos, leitores, culturistas e gente com valentes pancadonas que invariavelmente vem cá bater com os costados: é chegada a hora. Que hora, parvalhona? Primeiro, a de pararem de me chamar nomes. Segundo, a de eu parar de ter estas conversas esquizofrénicas. E terceiro, de passar em revista, a la Telejornal, o que de melhor se passou neste barraco. Até porque de pior ou de mais ou menos não houve grande coisa digna de nota. 

Sem mais delongas, elejo como merecedor de palminhas, fandango e apitos o aumento de leitores, comentários e visitas, que prova que há mais maluco por aí e estamos juntos. Depois, que vale a pena perder algum tempo do meu dia para atirar os meus devaneios Internet afora, porque há quem os apanhe e os agarre e acarinhe e ainda peça mais. Relembro que foi o ano em que ameacei que, se me irritassem, escreveria sobre a apanha da amêijoa e mo vieram lembrar, relembrar e cobrar. E eu anui. Mas em verdade vos digo: mais maluco é quem pede do que quem acede ao pedido. Se há uns anos me dissessem que iria reduzir a escrito semelhante chorrilho de estupidez, diria que tinham snifado o cotão dos rodapés. Hoje em dia, acredito, tudo será possível. Até porque, passado uns tempos, veio um post sobre os rituais de acasalamento das alforrecas de água doce. Se eu achava que não iria descer mais baixo, voilàNão, esperem, houve mais, a propósito daquela tradição lá no Norte, em que botaram fogo a um gato (outras tradições que algumas minorias apreciam). Ah, e escrevi sobre regos. Do rabo... Pois. E sobre uma colega que se larga. Do rabo. 

Bom, se calhar é melhor parar por aqui, porque pensava que tinha sido um ou dois casos pontuais, mas vai-se a ver e não. Santa Mãezinha que me perdoe.

8 comentários:

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    1. Obrigada, Carolina, para ti também!

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  2. Obrigada por continuares a escrever a estas aves raras que vêm aqui parar. Espero que 2016 traga coisas óptimas, muita parvoíce e boa disposição. Feliz 2016 e muitos beijinhos, Boneca!

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    1. Obrigada, Isabel. Se ficais por aí, então continuarei, até que as falangetas me doam. Ou o rabo, porque escrever de pé não me dá lá muito jeito ;)

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  3. Santa Boneca de Deus, ainda bem que descobri este estaminé!! Um 2016 cheio de coisas boas para esmiuçares e para nos alegrares a vidinha!

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    1. Obrigada, Delfina, e re-bem-vinda! Espero que seja visita assídua deste antro de escatologia e imbecilidade.

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  4. Mesmo que não comente não deixo de aqui passar diariamente. Pode (e deve) continuar com as parvoíces por que isso me diverte e me faz rir muitas vezes. Bom Ano 2016 e continue a contar-nos as histórias, vividas, fingidas, sonhadas, quiçá, porque sem dúvida é uma excelente contadora!
    Mozi

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    1. Obrigada, Mozi! (Fingidas?! Aqui não há nada fingido, mulher?)

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