quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Soltei a nazi!

Ovelhas pachorrentas do meu coração palpitante, por quem eu, às segundas e quintas-feiras chego a nutrir um amor incondicional, ou então é apenas fome, abri bem esses olhos cintilantes e atentai nesta supimpona crónica aqui. Sobretudo se quereis perceber por que estou a falar deste modo, vá, estúpido. 

Eu resumo: soltei a nazi da gramática que habita em mim e que desconfio esteja alojada ao nível das minhas ancas. Mas deixarei talvez essa reflexão para um outro dia. 

Então, mas o que é que ainda aqui estais a fazer, pá? Ide lá, chop-chop, lede, leide, lady a 'nha crónica.

4 comentários:

  1. Tout à fait d'accord! (Em francês soa melhor). Ah estes poetas que receiam não ser compreendidos ! E temos tantas palavras bonitas ! Mas as que sugere arrepiam o canal auditivo).
    Mozi

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    1. Mais oui. Uh-la-la! (São palavras bem supimponas, as que sugeri!)

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  2. Não acho que hajam palavras ou expressões que me tirem muito do sério. A não ser "sentidos pêsames". E não é por serem ditas (normalmente) num velório (sou uma pessoa muito bem resolvida com a morte) mas sim porque detesto a palavra pêsames mesmo.

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