segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Malhorge, Jorjoa e afins

A pedido de muitas famílias, ou então só da leitora do estaminé, Fátima, para quem mando desde já um cá beijinho e uma pequena capachada, apenas por me estar a dar mais trabalho, que todómundo sabe que eu não ganho nada a escrever parvoíces, o que é uma pena, venho desta feita refletir sobre o divórcio de Ana Malhoa e seu Jorge. 

OLHA ATÃO MAS ELA ESTAVA CASADA COM O SEU JORGE??! 

Não, pessoas, não se enervem, ninguém lhe cantava ao ouvido "Ela é amiga da minha mulher, mas vive dando em cima de mim", até porque bitch que desse em cima de homem de Ana Malhoa com certeza seria brindada com uma murraça daqueles braços de quem faz Pump com 7,5 kg de cada lado na faixa de bícipedes, e não ficaria com grande saúde. "Seu", no caso, é porque o Jorge era mesmo dela. Mesmo, mesmo, porque me cheira que Sodôna Malhoa tem ar de quem não deixa mulher nenhuma chegar ao pé de seu macho. O que não é fácil para o macho, a saber:

a) porque Ana vive coberta de fatos completos de látex: quer isto dizer que é uma moça escorregadiça, fugidia, o que dificulta o enamoramento. Cá abracinho ao Jojó, fnhuuun, lá foi ela, que se me escorregou das mãos e foi parar ao chão da marquise. Anocas, sente aqui ao colinho de Jojó, cabong, fez slide nos meus joelhos, foi de cu ao chão e com seus glúteos de ferro partiu o soalho e cravou-se na mesa da sala do vizinho de baixo que ainda está a tentar perceber que bicho que mais parece uma enguia luzidia lhe caiu do céu.



b) é muito difícil para um macho competir com uma esposa de calibre malhoal. Testemunhas afirmam que Jorge se sentia inútil, uma vez que Ana insistia em abrir os seus próprios frascos de picles, mudar os pneus do carro (inclusivamente levantando-o sem o auxílio de macaco) e partir lenha servindo-se apenas das coxas, lenha essa que era usada em fogueiras onde ela desinfetava os pregos com que se tatuava. Ai não sabiam que tudo aquilo foi auto-inflingido? Pois é, quem faz tatoos em sítios esterilizados com agulhinhas é pussy

Posto isto, o casal Jorjoa e Malhorge não o é mais. E eu temo pelas maluqueiras que daí virão, porque, se casada, nos brindou com rimas próprias para rituais satânicos* de adoração de Belzebu (aqui lembro a poesia pura que é "Dança de serpente / Cintura bien caliente / Olhar inocente, ardente, decente / Se não saio da tua mente / Então vai boy! / Sou a tua presidente"), divorciada, sai de baixo. Mas sai mesmo de baixo, que aquele trator por cima de alguém é coisa para deixar entrevadinho quem não esteja habituado a dar-lhe forte nos agachamentos, nos burpees e nos esteróides anabolizantes. Que o diga o vizinho do rés do chão que ainda hoje dá graças ao Criador por na altura só ter uma perna em cima da mesa. É que ainda consegue fazer uma vida normal com a outra, assim a modos que ao pé-coxinho.


Perdoem-me se tenho uma certa miaúfa de fazer 
amálgamas de hashtags com o meu nome e o deles.
Tadinha de mim entalada ali no meio de toda
aquela testosterona e tinta de tattoo.



* tu queres ver que foi esta a culpada do divórcio destes?!


Se quereis saber mais sobre a forma como a Ana Malhoa se imiscuiu na minha vida familiar, ide aqui.

2 comentários:

  1. "partir lenha servindo-se apenas das coxas, lenha essa que era usada em fogueiras onde ela desinfetava os pregos com que se tatuava"
    Venho aqui no meu coffee break e quase cuspo tudo para o monitor! :D

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Adoro ser causadora de figuras tristes!!!

      Eliminar